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AS VANTAGENS DO LUCRO REAL

 

Para fins de apuração do imposto sobre a renda, as pessoas jurídicas, por opção ou por determinação legal, são tributadas por uma das seguintes formas: Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real ou Lucro Arbitrado.

 

Destas possibilidades, apenas o Lucro Real é apurado a partir do lucro contábil, os demais incidem diretamente sobre a receita bruta e ganhos de capital, independente se a empresa apurou lucro ou prejuízo. 

 

De fato, o Lucro Real exige uma quantidade maior de controles, em outras palavras uma contabilidade mais "afinada", sendo esta uma característica que comumente assusta o empreendedor. Nós preferimos acreditar que este atributo é um importante aliado do desenvolvimento econômico, somos entusiastas da contabilidade moderna, geradora de preciosa informação gerencial à tomada de decisão. 

 

Ao longo de nossa trajetória identificamos neste regime as principais ineficiências tributárias empreendidas pelas empresas, quase sempre relacionadas ao desperdício de incentivos e benefícios fiscais.

 

Esta situação se agrava quando o assunto é a elaboração do planejamento empresarial [algumas empresas são obrigadas ao Lucro Real, mas a grande maioria tem o direito de opção], a aplicação das alíquotas nominais diretamente sobre o lucro contábil, seguida da comparação com o resultado apurado por outras metodologias é o erro mais habitual.

 

A base de cálculo do imposto sobre a renda no Lucro Real deve ser ajustada por adições, exclusões e compensações, sendo as duas últimas relevantíssimas quando o assunto é reduzir a alíquota efetiva do imposto. 

 

Estes incentivos e benefícios fiscais, minimizam a carga tributária, muitas vezes tornando o Lucro Real mais vantajoso que os demais. Para exemplificar, sem contudo findar as possibilidades, citamos algumas situações:

 

1. Juros Sobre o Capital Próprio (JCP);

 

2.  Pesquisa e Desenvolvimento (P&D);

 

3. Depreciação Acelerada;

 

4. Amortização de Intangível;

 

5. Amortização de Ágios;

 

6. Subvenção para Investimento;

 

7. Provisão para Perdas em Recebíveis (PDD);

 

8. Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT);

 

9. Lei Rouanet; e

 

10. Doações a Entidades de Caráter Assistencial. 

 

A pergunta que nos fazemos é: por que temer se esta pode ser a melhor opção? Nossa missão é auxiliar o desenvolvimento econômico das empresas através de uma consultoria tributária exclusiva, contate-nos e descubra nossa metodologia inovadora.

 

Alfredo Dirceu da Rosa

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